Hoje vou falar de software livre (Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído sem restrições. O conceito de livre se opõe ao conceito de software restritivo (software proprietário), mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.)
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Software Livre: Programas grátis que são tão bons quanto os pagos
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Hoje vou falar de software livre (Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído sem restrições. O conceito de livre se opõe ao conceito de software restritivo (software proprietário), mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.)
Brasil quer ampliar venda de Software Livre no exterior
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O Brasil quer apresentar ao mercado norte-americano as suas competências em software livre e, a partir disso, se tornar um parceiro efetivo para o desenvolvimento de soluções em plataformas livres. De acordo com o diretor de mercado da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), Djalma Petit, os players brasileiros podem ocupar o espaço de fornecimento que hoje pertence às empresas de países longínquos, como a Índia, cuja aposta é geralmente em software proprietário.
“Temos ações planejadas para chamar a atenção para a capacidade brasileira de desenvolvimento de software livre. É esse o recado que esperamos passar aos clientes dos Estados Unidos”, revela.
Banco do Brasil continua lento na migração para LINUX
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O Banco do Brasil ainda está longe de cumprir a meta de ter todos os Terminais de Autoatendimento (TAs) com o sistema operacional Linux. Durante a abertura do III Congresso Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi 2010), no último dia 18, o novo vice-presidente de Tecnologia, Geraldo Dezena, anunciou ao plenário que o Banco do Brasil já possuía 50 mil TAs com o sistema de código aberto embarcado.
Dezena, há dois meses no cargo, ao que parece se confundiu. Tanto, que no dia seguinte (19) ao proferir no mesmo evento uma palestra sobre bancarização e software livre, informou que, dos 43.342 TAs próprios em operação, apenas 20 mil já estão operando com o Linux.
Isso não é nenhum demérito para o banco. Apenas mostra que a instituição financeira continua lenta nesse processo, para quem iniciou a migração há mais de oito anos, segundo palavras do próprio vice-presidente.
Fonte: Convergência Digital
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